Never enough
Se há uma regra que descobri que todos deveriam saber que opera no mundo, é a seguinte: nada é bom o bastante.
Life is a Song (Patrick Park)
You say life is a dream where we can't say what we mean Maybe just some roadside scene that we're driving past There's no telling where we'll be in a day or in a week And there's no promises of peace or of happiness
Well is this why you cling to every little thing And polverize and derrange all your senses Maybe life is a song but you're scared to song along Until the very ending
Oh, it's time to let go of everything we used to know Ideas that strengthen who we've been It's time to cut ties that won't ever free our minds From the chains and shackles that they're in
Oh, tell me what good is saying that you're free In a dark and storming sea You're chained to your history, you're surely sinking fast You say that you know that the good Lord's in control He's gonna bless and keep your tired and oh so restless soul But at the end of the day when every price has been paid You're gonna rise and sit beside him on some old seat of gold And won't you tell me why you live like you're afraid to die You'll die like you're afraid to go
Oh, it's time to let go of everything we used to know Ideas that strengthen who we've been It's time to cut ties that won't ever free our minds From chains and shackles that they're in From the chains and shackles that they're in
Well life is a dream 'cause we're all walking in our sleep You could see us stand in lines like we're dead upon our feet And we build our house of cards and then we wait for it to fall Always forget how strange it is just to be alive at all
Escrito por Bruno Lourenço às 20h12
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Recomeçando as resenhas inúteis...
Studio 60 on the Sunset Strip

1.01 – Pilot
Nota: 4.0 / 5.0
É um piloto interessante... Nada espetacular como disseram por aí, mas atrai. Me pareceu a visão de bastidores de um show completamente tensos e decadentes... Os personagens de Matthew Perry (ou Chandler, como o chamarei por aqui), Amanda Peet e a que se chama “Harriet” foram os que mais achei interessantes, a princípio. O barraco do início do episódio vale por ele inteiro: muito bem feito mesmo!! E descobri que “Under Pressure”, do Queen, é uma ótima música pra terminar um piloto, e que ter Felicity “Lynette Scavo” Huffman como convidada-pontinha não é nada mal também!
“Matt: When I screw up, I tell you about it. Danny: When you screw up, I read about it.”
“Wes Mendell: Pornographers! It’s not even good pornography. It’s just a side of snuff films and friends that’s what’s next because that’s all there is left. And the two things that make them scared gutless of the FCC is and every psycho religious cult that gets positively horny at the mention of a boycott.”

Escrito por Bruno Lourenço às 09h52
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1.02 – The Cold Open
Nota: 3.5/5.0
Na minha opinião, mais fraco que o primeiro, provou-se um verdadeiro “Cold Oppen”. Vale pela expectativa do número no fim (que ficou bem sem graça, apesar disso) e pelo barraco entre Matt e Harriet... Quase desisti de acompanhar, mas não foi o caso, ainda bem!
“Matt: (to the writer's room) We're going to act, dress, talk, write and behave professionally. Harriet: (Bursting through the door) You are an adolescent, oversexed, whore monger with the sensitivity of a head of cabbage. Matt: (to the writer's room) And all that will begin in just a few minutes.”

Escrito por Bruno Lourenço às 09h49
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1.03 – The Focus Group
Nota: 4.5/5.0
Ótimo! Muito legal mesmo conhecer o cotidiano de uma série, com as respostas dos espectadores, a pressão dos agentes de mídia e políticos, a expectativa de um número mínimo de audiência, os escândalos sexuais de pessoas aparentemente honradas que dirigem bêbadas, etc... Agora sim, começou a ficar muito bom!
“Danny: What? They were asked if it was patriotic or unpatriotic? Ricky: Yeah. Danny: It's a television show, it's not the Iwo Jima memorial.”
“Jordan: He wanted me to go to clubs with him. Jack: What kind of clubs? Jordan: Golf, tennis, wine tasting... Jack: (interrupting) Hey! Jordan! Jordan: The kind where you watch other people having sex! (pause) I was twenty-five. I married a slug. Jack: So did my wife, but I don't make her go to Plato's Retreat. Jordan: You make her go to the People's Choice Awards. That's not bad enough?”
“Matt: Tell me the truth. How important is audience retention tonight? Danny: It's important, Matt, we can't lose more than ten percent. What do you think? The sponsors, the affiliates, the press, the right, our job, Jordan's job, everybody's job. It's important. Matt: All right, lie to me next time.”

Escrito por Bruno Lourenço às 09h48
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Nossa, não esperava que tanta gente teria paciência para ler os pedaços do livro que eu tinha postado, pensava que realmente não gostariam... Muito obrigado pela consideração! Só pra encher o saco, postei mais um aqui embaixo... Até!
Escrito por Bruno às 08h30
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Mais um trechinho que achei interessante! Comece a ler por esse de cima!
GERALMENTE, O MAL não dorme, e por isso não entende porque qualquer outra pessoa deveria. Mas Crowley gostava de dormir, esse era um dos prazeres mundanos. Especialmente após uma refeição pesada. Ele dormira ininterruptamente durante a maior parte do século dezenove, por exemplo. Não porque precisava, simplesmente porque gostava.
Um dos prazeres mundanos. Bem, era melhor ele realmente começar a desfrutá-los agora, enquanto ainda havia tempo.
O Bentley rugiu noite adentro, dirigindo-se ao leste.
Claro, ele era totalmente a favor do Armageddon em termos gerais. Se alguém perguntasse para ele o porquê de ter desperdiçado séculos se metendo nos assuntos da humanidade, ele teria dito, “Oh, no esforço de instaurar o Armageddon e o triunfo do Inferno.” Mas uma coisa era trabalhar para ocasioná-lo, e completamente outra era fazê-lo realmente acontecer.
Crowley sempre soubera que ele estaria por perto quando o mundo acabasse, pois era imortal e não teria qualquer alternativa. Mas ele esperava que ainda demoraria muito para acontecer.
Porque ele meio que gostava de pessoas. Esse era um grande defeito em um demônio.
Oh, ele fazia seu melhor para tornar suas curtas vidas desprezíveis, porque esse era o seu dever, mas nada que ele podia inventar era metade de quão más eram as coisas que eles inventavam por si próprios. Eles pareciam ter um talento para isso. Vinha junto com o design, de alguma forma. Eles nasciam em um mundo que era contra eles de milhares pequenas maneiras, e então devotavam a maior parte de suas energias para torná-lo pior. Ao longo dos anos, Crowley achou cada vez mais difícil encontrar algo demoníaco para fazer que se destacasse contra o fundo natural de maldade generalizada. Houvera vezes, durante o milênio passado, em que ele quisera enviar uma mensagem de volta para Baixo dizendo, Olhem, nós também podemos desistir agora mesmo, nós também poderíamos fechar Dis e Pandemônio e todos os lugares e nos mudarmos aqui pra cima, não há nada que possamos fazer a eles que eles não façam por si próprios e eles fazem coisas que nós nunca sequer pensamos, frequentemente envolvendo eletrodos. Eles têm o que falta a nós. Eles têm imaginação. E eletricidade, é óbvio.
Um deles havia escrito isso, não havia... “O inferno está vazio, e os demônios estão todos aqui.”
Crowley recebera um elogio pela Inquisição Espanhola. Ele havia estado na Espanha na época, principalmente vagabundeando por cantinas nos cantos mais agradáveis, e nem ao menos tomara conhecimento até que o elogio chegara. Ele foi dar uma olhada, voltou e ficou bêbado por uma semana.
Aquele Hieronymus Bosch. Que esquisitão.
Escrito por Bruno às 08h26
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Mais um trechinho que achei interessante!
E justo quando você pensa que eles eram mais malignos que o Inferno jamais poderia ser, eles podiam ocasionalmente mostrar mais honra e elegância que o Paraíso jamais sonhara em ter. Frequentemente, o mesmo indivíduo estava envolvido. Era essa coisa de livre-arbítrio, óbvio. Era uma droga.
Aziraphale tentara explicar para ele uma vez. Todo o negócio, ele dissera – isso era em algum tempo por volta de 1020, quando eles chegaram pela primeira vez a seu pequeno Acordo – todo o negócio era que, quando um humano era bom ou mau, era porque eles queriam sê-lo. Enquanto pessoas como Crowley e, claro, ele mesmo, estavam fixos em seus caminhos desde o começo. As pessoas não conseguiam se tornar verdadeiramente santas, ele disse, a não ser que também tivessem a oportunidade de serem definitivamente perversas.
Crowley pensara sobre isso por algum tempo e, por volta de 1023, ele disse, Espera aí, isso só funciona, certo, se você considerar que todos começam iguais, okay? Você não começar com alguém em uma barraca lamacenta no meio de uma zona de guerra e esperar que sucedam tão bem quanto alguém nascido em um castelo.
Ah, Aziraphale dissera, essa era a parte boa. De quanto mais baixo você começa, mais oportunidades você tem.
Crowley dissera, Isso é ridículo.
Não, disse Aziraphale, isso é transcendental.
Aziraphale. O Inimigo, é claro. Mas um inimigo por seis mil anos agora, o que fazia dele um tipo de amigo.
Crowley abaixou-se e pegou o telefone do carro.
Ser um demônio, obviamente, deveria significar que você não tinha livre-arbítrio. Mas você não poderia vadiar entre os humanos por tanto tempo sem aprender uma coisinha ou outra.
Escrito por Bruno às 08h26
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Por fim, a apresentação do livro! - leia o post mais antigo de hoje pra entender
BONS AGOUROS
Uma Narrativa de Certos Eventos que ocorrem nos últimos onze anos da história humana, estritamente de acordo, como o que será mostrado, com:
As Belas e Precisas Profecias de Agnes Nutter
Compilado e editado, com notas de rodapé imbuídas de uma Natureza Educacional e Preceitos Prudentes, por Neil Gaiman e Terry Pratchett.

Escrito por Bruno às 11h54
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Por fim, a apresentação do livro! - leia o post mais antigo de hoje pra entender
DRAMATIS PERSONAE
Seres Sobrenaturais
Deus (Deus)
Metatron (A Voz de Deus)
Aziraphale (Um Anjo, e meio vendedor de livros raros)
Satan (Um Anjo Caído; o Adversário)
Beelzebub (Tipo um Anjo Caído e Príncipe do Inferno)
Hastur (Um Anjo Caído e Duque do Inferno)
Ligur (Tipo um Anjo Caído e Duque do Inferno)
Crowley (Um Anjo que não teve algo como uma Queda mas Moveu-se Devagar e Vagamente Para Baixo)
Pessoas-em-Cima-de-Cavalos Apocalípticas
MORTE (Morte)
Guerra (Guerra)
Fome (Fome)
Poluição (Poluição)
Humanos
Não-Deverás-Cometer-Adultério Pulsifer (Um Descobridor de Bruxas)
Agnes Nutter (Uma Profetiza)
Newton Pulsifer (Balconista Assalariado e Soldado Raso Descobridor de Bruxas)
Anathema Aparelha (Ocultista Prática e Descendente Profissional)
Shadwell (Sargento Descobridor de Bruxas)
Madame Tracy (Intrigueira Maquiada e Sem-Vergonha [somente pelas manhãs, Quintas-Feiras a domicílio] e Médium)
Irmã Mary Loquacious (Uma Freira Satanista da Ordem Tagarela de St. Beryl)
Sr. Young (Um Padre)
Sr. Tyler (Um Presidente de uma Associação dos Habitantes)
Um Entregador
Eles
ADAM (Um Anticristo)
Pepper (Uma Garota)
Wensleydale (Um Garoto)
Brian (Um Garoto)
Coro Completo de Tibetanos, Aliens, Americanos, Atlanteanos e outras raras e estranhas Criaturas do Fim dos Dias
E:
Cachorro (Satânico cão-de-caça-do-inferno e preocupador-de-gatos)
Escrito por Bruno às 11h54
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Good Omens - Mais um trecho, veja o post debaixo do abaixo para entender
Crowley estava correndo agora a 110 mph em algum lugar a leste de Slough. Nada sobre ele parecia particularmente demoníaco, pelo menos segundo padrões clássicos. Sem chifres, sem asas. Admitidamente, ele estava ouvindo uma fita Best of Queen, mas nenhuma conclusão deveria ser tirada disso porque todas as fitas deixadas em um carro por mais de quinze dias se transformam em álbuns Best of Queen. Nenhum pensamento particularmente demoníaco se passava por sua cabeça. Na verdade, agora ele estava se perguntando vagamente quem eram Moey e Chandon.
Crowley tinha cabelos pretos e grandes maçãs do rosto e estava calçando sapatos de pele de cobra, ou ao menos presumivelmente ele estava calçando sapatos, e podia fazer coisas realmente estranhas com sua língua. E, sempre que se esquecia, ele tinha uma tendência a assoviar.
Ele também não piscava muito.
O carro que ele estava dirigindo era um Bentley 1926 preto, um dono desde novo, e esse dono havia sido Crowley. Ele cuidara do carro.
A razão pela qual estava atrasado era que ele estava curtindo imensamente o século vinte. Este era bem melhor que o dezessete, e muito melhor que o quatorze. Um dos fatos legais sobre o Tempo, Crowley sempre dizia, era que ele estava constantemente levando-o cada vez mais distante do século quatorze, a porcaria de cem anos mais enfadonhos nessa, desculpe seu francês, Terra de Deus. O século vinte era qualquer coisa menos enfadonho. De fato, uma brilhante luz azul em seu espelho retrovisor estava dizendo a Crowley, nos últimos cinqüenta segundos, que ele estava sendo seguido por dois homens que gostariam de fazer o século ainda mais interessante para ele.
Ele olhou de relance para seu relógio, o qual fora projetado para aquele tipo de mergulhador rico de mares profundos que gosta de saber que horas são em vinte e uma capitais do mundo enquanto está lá embaixo.*
[...]
* Ele era feito sob medida para Crowley. Ter somente um pedacinho feito sob encomenda é incrivelmente caro, mas ele tinha dinheiro suficiente para isso. Esse relógio mostrava a hora em vinte capitais do mundo e em uma importante cidade em Outro Lugar, onde era sempre um horário, e este era Muito Tarde.
Escrito por Bruno às 11h05
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Good Omens - leia o post anterior pra entender!
Teorias atuais sobre a criação do Universo afirmam que, se ele foi realmente criado e não apenas começou, como era não-oficialmente, ele veio a existir entre dez e vinte mil milhões de anos atrás. Pela mesma prova, supõe-se geralmente que a própria terra tem em torno de quatro e meio mil milhões de anos.
Essas datas estão incorretas.
Eruditos Judeus medievais colocam a data da Criação em 3760 a.C. Teólogos Ortodoxos gregos põem a Criação tão longe quanto 5508 a.C.
Essas sugestões também são falsas.
O arcebispo James Usher (1580-1656) publicou Annales Veteris et Novi Testamenti em 1654, o qual sugeria que o Paraíso e a Terra foram criados em 4004 a.C. Um de seus ajudantes levou os cálculos mais longe, e foi capaz de anunciar de forma triunfante que a Terra fora criada no Domingo dia 21 de Outubro, 4004 a.C., exatamente às 9:00 da manhã, porque Deus gostava de começar a trabalhar bem cedo de manhã enquanto ainda se sentia novo e refrescado.
Isso também estava errado. Por quase quinze minutos.
Todo o empreendimento com os esqueletos fossilizados de dinossauros era uma piada que os paleontólogos não haviam enxergado ainda.
Isso prova duas coisas:
Primeiramente, que Deus trilha por caminhos extremamente misteriosos, para não dizer tortuosos. Deus não joga dados com o universo; Ele joga um jogo infalível de Sua própria invenção, o qual pode ser comparado, da perspectiva de qualquer um dos outros jogadores*, a estar envolvido em uma obscura e complexa versão de pôquer em uma sala sombria como o breu, com cartas em branco, por infinitas apostas, com um Negociante [aquele que dá as cartas] que não te contará as regras, e que ri o tempo todo.
Em segundo lugar, a Terra é de Libra.
A previsão astrológica para Libra na coluna “Your Stars Today” do Tadfield Advertiser, no dia em que esta história começa, diz o seguinte:
LIBRA. 24 de Setembro – 23 de Outubro.
Você pode estar se sentindo reduzido e sempre no mesmo velho e diário ciclo. Os assuntos do lar e familiares são os destaques e estão pegando fogo. Evite riscos desnecessários. Um amigo é importante para você. Ponha de lado grandes decisões até que o caminho à frente pareça claro. Você pode estar vulnerável a uma irritação estomacal hoje, então evite saladas. Ajuda pode vir de um lugar inesperado.
Isso estava perfeitamente correto em cada trecho, exceto por aquele sobre as saladas.
* i.e., todo mundo
Escrito por Bruno às 10h08
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Bem, já faz um bom tempo que não posto aqui, mas resolvi fazê-lo hoje por esses motivos que não sei de onde vêm. Não, não é uma pseudo-resenha de Harry Potter and the Deathly Hallows (apesar de que ainda irei fazê-la aqui). Nem um comentário sobre quão superficial e absurdamente sem roteiro é Transformers, o último filme que este infeliz viu... Muito menos sobre a greve vindoura ou o fato de que esqueci de assistir Studio 60 on the Sunset Strip essa semana e terei que ver no domingo às 21h.
Na verdade, é sobre um livro versão pocket que comprei faz duas ou três semanas (por um preço 3 vezes mais barato que sua versão brasileira) chamado Good Omens: the nice and accurate prophecies of Agnes Nutter, witch. Posso falar 3 coisas sobre ele: 1) é de dois autores que gosto muito, Neil Gaiman e Terry Pratchett (principalmente este, autor do Discworld e um dos escritores mais inovadores e criativos que já tive o prazer de ler, senão O mais - se não leu nada dele, recomendo urgentemente! - posso emprestar); 2) é sobre o fim do mundo, o bem e o mal e essas coisas...; 3) li muuuito pouco do livro (que é relativamente grandinho) e já voltei a ser fisgado pela narrativa adoravelmente maluca dos autores!
Fiquei tão empolgado com o começo, que resolvi traduzir e colocar aqui uma pequena parte, que é o começo do livro, vindo logo após a divertidíssima apresentação de seu "elenco"! Se não gostarem tudo bem (apesar de não representarem mais nada pra mim deste ponto em diante hahah), mas planejo postar uma outra parte mesmo assim em muito breve! Desculpem a tradução bem amadora...
Escrito por Bruno às 10h06
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